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	<title>Arquivos deserto - naPlaca</title>
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	<description>Um site criado para formar novos viajantes e ajudar viajantes experientes a viajar mais.</description>
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	<title>Arquivos deserto - naPlaca</title>
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		<title>Tudo sobre os 8 passeios que fiz no Deserto do Atacama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Engel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 16:31:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atacama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ahhh o Deserto do Atacama, é difícil não sentir aquela saudade ao escrever sobre esse lugar tão incrível. Também, com</p>
<p>O post <a href="https://naplaca.com.br/america-do-sul/chile/atacama/8-passeios-do-atacama/">Tudo sobre os 8 passeios que fiz no Deserto do Atacama</a> apareceu primeiro em <a href="https://naplaca.com.br">naPlaca</a>.</p>
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<p>Ahhh o Deserto do Atacama, é difícil não sentir aquela saudade ao escrever sobre esse lugar tão incrível. Também, com tantas opções de passeios incríveis nas redondezas, não tem como esse lugar não ser inesquecível.</p>
<p>Nesse post vou contar um pouco de quanto custa, como você deve se preparar e como foi cada um dos passeios que eu fiz durante o tempo que fiquei no Deserto do Atacama. Então prepare-se e boa leitura&#8230; e já sabe né? Se tiver qualquer dúvida é só perguntar lá no campo de comentários no final do site 😉</p>
<p><strong>Leia também:</strong><br /><strong><a href="http://naplaca.com.br/naplacaold/blog/deserto-do-atacama/"><i class="fa fa-arrow-right fa-lg" aria-hidden="true"></i> Deserto do Atacama: Guia completo com preços, dicas e mais</a></strong><br /><strong><a href="http://naplaca.com.br/naplacaold/blog/seguro-viagem/"><i class="fa fa-arrow-right fa-lg" aria-hidden="true"></i> Seguro viagem: Como funciona e porque fazer antes de viajar</a></strong></p>
<h3>1- Sandboard no Valle de la Muerte</h3>
<p>Vou começar por um passeio que eu não vi em nenhum outro blog e acabei descobrindo só la na hora. Para quem gosta de esportes radicais esse é um prato cheio.</p>
<div id="attachment_6672" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6672" class="size-full wp-image-6672" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2019/05/atacama-sandboard2.jpg" alt="Atacama - Sandboard" width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-sandboard2.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-sandboard2-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-sandboard2-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-6672" class="wp-caption-text">Pra quem gosta de adrenalina é um prato cheio.</p></div>
<p>As dunas ficam bem pertinho de San Pedro de Atacama, no Valle de la Muerte. Eu não sei dizer extamente o tamanho das Dunas, mas é o suficiente para pra se divertir sem se arrebentar lá embaixo hehehe. Por isso o passeio também é indicado para quem não tem o costume de praticar esse tipo de esporte, já que além de seguro a pratica do Sandboard não é das mais complexas também.</p>
<p><strong>O que levar: </strong>água, muita água. Leve pelo menos 1,5L de água para se hidratar e refrescar.<br /><strong>Quanto custa:</strong> 25.000 pesos chilenos (mas eu não tentei negociar)<br /><strong>Tempo de duração:</strong> 4 horas, havendo turmas na parte da manhã e da tarde.<br /><strong>O que eu achei:</strong> Excelente, vale a pena para quem está procurando um pouco de diversão.</p>
<h3>2- Laguna Cejar</h3>
<p>O passeio para a Laguna Cejar é bem famoso e está praticamente em todo pacote de passeio básico das agências de San Pedro de Atacama. O motivo da fama é que a famosa laguna possui 33% de sal o que faz o seu corpo flutuar naturalmente, é praticamente impossível afundar.</p>
<div id="attachment_6659" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6659" class="size-full wp-image-6659" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2019/05/atacama-ojos-salar.jpg" alt="atacama- olhos do Salar" width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-ojos-salar.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-ojos-salar-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-ojos-salar-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-6659" class="wp-caption-text">Detalhe pra lua aparecendo no fim da tarde ao mesmo tempo que o sol estava prestes a se pôr.</p></div>
<p>Porém é necessário informar que não é mais possível se banhar na Laguna Cejar, porém há uma outra laguna do lado chamada Laguna de Las Piedras onde você pode enfim ter a tal experiência de flutuar. O lugar tem uma infraestrutura legal com vestiários e duchas de água doce para tirar o sal do corpo.</p>
<p>Dentro desse passeio também tem uma parada nos Ojos del Salar, onde também é possivel entrar na água, mas dessa vez sem flutuar já que o índice de sal na água é inferior a 7%, e também na Laguna Tebenquiche, uma laguna imensa mas sem nada de tão extraordinário, o que valeu aqui foi a linda história/lenda que a guia contou sobre os vulcões do Atacama.</p>
<p><strong>O que levar: </strong>roupa de banho, toalha e um agasalho pois no fim do passeio a temperatura cai um pouco.<br /><strong>Quanto custa:</strong> de 15.000 a 20.000 pesos chilenos mais taxa de 17.000 pesos para entrar no parque.<br /><strong>Tempo de duração:</strong> 4 horas, o passeio normalmente é realizado na parte da tarde.<br /><strong>O que eu achei:</strong> Desnecessário, o lugar não é muito bonito e há outros passeios mais interessantes que te proporcionam a mesma experiência de flutuação.</p>
<h3>3- Lagunas Altiplánicas do Atacama</h3>
<p>Sem dúvida é nesse passeio que você vai ver uma das paisagens mais bonitas do Atacama. O passeio começa com a visita às Lagunas Miscanti e Miñiques, o cenário é de cair o queixo.</p>
<div id="attachment_6660" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6660" class="size-full wp-image-6660" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2019/05/atacama-lagunas-altiplanicas.jpg" alt="atacama - lagunas altiplanicas" width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-lagunas-altiplanicas.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-lagunas-altiplanicas-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-lagunas-altiplanicas-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-6660" class="wp-caption-text">As Lagunas Miñiques e Miscanti são as grandes estrelas do passeio.</p></div>
<p>A altitude aqui é superior a 4200 metros, logo, é aconselhável que você comece com outros passeios pra se acostumar com a altitude. Como eu já vinha do passeio pela Bolívia onde a altitude também é alta, não sofri tanto porque já tinha me acostumado.</p>
<p>Além dessas lagunas o passeio também costuma incluir uma parada no Salar do Atacama em uma zona de proteção e preservação dos flamingos andinos. Um lugar bem legal com um mini-museu que fala um pouco sobre os flamingos além de um aquário onde é possível ver os bichinhos que os flamingos comem.</p>
<div id="attachment_6663" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6663" class="size-full wp-image-6663" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2019/05/atacama-flamingos.jpg" alt="Atacama - reserva de flamingos" width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-flamingos.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-flamingos-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-flamingos-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-6663" class="wp-caption-text">Na reserva de proteção ao Flamingos do Salar do Atacama há muita informação sobre essas aves.</p></div>
<p>Se ficou curioso pra ver esses bichinhos da uma conferida lá na foto que postei no instagram <a href="https://www.instagram.com/p/BwAxILVnoL4/">@naplacablog</a>, é só clicar no link que você já vai direto pra foto. (Aproveita e segue lá nosso perfil ;))</p>
<p>Pra fechar o passeio há uma breve parada na praça central do vilarejo de Toconao.</p>
<p><strong>O que levar: </strong>Roupa pra se proteger do frio, de preferência uma jaqueta corta-vento.<br /><strong>Quanto custa:</strong> de 25.000 a 30.000 pesos chilenos mais taxa de 5.500 pesos para entrar na reserva dos flamingos.<br /><strong>Tempo de duração:</strong> 6 horas, o passeio começa bem cedo e termina por volta das 14 horas.<br /><strong>O que eu achei:</strong> Vale muito a pena, as lagunas são incrivelmente bonitas e o passeio pela reserva dos flamingos também é legal. A parada em Toconao só completa o passeio.</p>
<h3>4- Valle de la Luna</h3>
<p>Talvez esse seja o passeio mais famoso do Atacama, o Valle de la Luna da aquela sensação de que você realmente está em um deserto, no meio do nada. O cenário é surreal e para quem gosta de filmes de espaço como Perdidos em Marte, parece que você está em outro planeta.</p>
<div id="attachment_6664" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6664" class="size-full wp-image-6664" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2019/05/atacama-valle-de-la-luna.jpg" alt="Atacama - Valle de la Luna" width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-valle-de-la-luna.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-valle-de-la-luna-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-valle-de-la-luna-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-6664" class="wp-caption-text">Da pra ter uma ideia da imensidão do Atacama não dá?</p></div>
<p>No começo há uma explicação bem completa sobre as características geográficas do lugar, clima e muito mais. O passeio explora alguns pontos do Valle de la Luna como a Gran Duna, o Mirador de Kari, etc.</p>
<p>O passeio fecha justamente no Mirador de Kari, onde ficamos lá para observar o pôr do sol. Porém, quando eu estive lá nosso guia nos sugeriu olhar para o lado oposto ao pôr do sol que teríamos uma bela surpresa. Abaixo você pode ver um pouco do espetáculo que contemplamos, a lua cheia nascendo &#8220;de dentro&#8221; de um dos vulcões.</p>
<div id="attachment_6665" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6665" class="size-full wp-image-6665" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2019/05/atacama-valle-de-la-luna2.jpg" alt="atacama - valle de la luna" width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-valle-de-la-luna2.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-valle-de-la-luna2-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-valle-de-la-luna2-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-6665" class="wp-caption-text">Não é sempre que estamos no lugar certo na hora certa não é? Esse fenômeno acontece apenas algumas vezes no ano.</p></div>
<p><strong>O que levar: </strong>Água e um agasalho para o fim do passeio. Um calçado fechado também é importante.<br /><strong>Quanto custa:</strong> de 15.000 a 20.000 pesos chilenos mais taxa de 3.000 pesos para entrar no Valle.<br /><strong>Tempo de duração:</strong> 4 horas, o passeio começa por volta das 16 horas e termina por volta la pelas 20 horas.<br /><strong>O que eu achei:</strong> Muito bom, esse é aquele passeio que vai te fazer de fato se sentir no Deserto do Atacama.</p>
<h3>5- Lagunas Escondidas</h3>
<p>Esse passeio também proporciona belíssimas paisagens e ainda te permite ter a experiência de flutuar em uma laguna com alta concentração de sal.</p>
<div id="attachment_6666" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6666" class="size-full wp-image-6666" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2019/05/atacama-lagunas-escondidas.jpg" alt="Atacama - Lagunas escondidas - azul turqueza" width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-lagunas-escondidas.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-lagunas-escondidas-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-lagunas-escondidas-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-6666" class="wp-caption-text">Essa laguna é muito mais bonita que a Cejar,</p></div>
<p>São 7 lagunas no total, mas apenas em duas é possível entrar, uma bem no começo da trilha e uma no final. A primeira é mais escura e quase ninguém entra nela, a maioria dos viajantes vão até a última laguna que é bem mais bonita por ter um azul turquesa de encher os olhos.</p>
<p>O caminho da primeira até a última laguna não é muito longo e passa por várias lagunas tão bonitas quanto a última. O contraste de cores com o azul das lagunas, o branco dos sais minerais e o marrom escuro das rochas proporcionam uma experiência visual bem particular.</p>
<div id="attachment_6667" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6667" class="size-full wp-image-6667" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2019/05/atacama-lagunas-escondidas2.jpg" alt="Atacama - Lagunas escondidas" width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-lagunas-escondidas2.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-lagunas-escondidas2-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-lagunas-escondidas2-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-6667" class="wp-caption-text">A combinação de cores proporciona um espetáculo para os olhos.</p></div>
<p><strong>O que levar: </strong>Roupa de banho e um agasalho para o fim do passeio.<br /><strong>Quanto custa:</strong> de 25.000 a 30.000 pesos chilenos mais taxa de 5.000 pesos para entrar na área das lagunas.<br /><strong>Tempo de duração:</strong> 6 horas, o passeio começa por volta das 14:30 horas e termina por volta la pelas 20:30 horas.<br /><strong>O que eu achei:</strong> Muito bom, além da beleza do local você ainda tem a experiência de flutuar numa belíssima laguna azul turquesa (bem melhor que o passeio da Laguna Cejar).</p>
<h3>6- Vulcão Lascar</h3>
<p>Bem, já quero adiantar que essa foi a experiência mais marcante de toda a viagem pra mim, superar os limites e chegar ao topo de um vulcão ativo a mais de 5480 metros de altitude é algo incrível.</p>
<div id="attachment_6638" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6638" class="size-full wp-image-6638" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2019/04/guia-atacama-escalando-vulcao.jpg" alt="Deserto do Atacama - Vulcão Lascar" width="800" height="533" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/04/guia-atacama-escalando-vulcao.jpg 800w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/04/guia-atacama-escalando-vulcao-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/04/guia-atacama-escalando-vulcao-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-6638" class="wp-caption-text">Viajar para o Atacama é, além de admirar paisagens lindas, também superar seus limites.</p></div>
<p>Mas vamos lá, esse é um dos passeios mais caros do Atacama e não é aconselhável se você tem alguma problema respiratório ou de coração.</p>
<p>O passeio começa bem cedo e costuma chegar na base do vulcão antes do sol nascer, onde justamente é a primeira parada. Em seguida seguimos mas um pouco de carro vulcão a cima, até o ponto onde o carro não sobe mais e a caminhada rumo a cratera começa.</p>
<div id="attachment_6668" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6668" class="size-full wp-image-6668" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2019/05/atacama-vucao-lascar.jpg" alt="Atacama - Vulcão lascar" width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-vucao-lascar.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-vucao-lascar-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-vucao-lascar-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-6668" class="wp-caption-text">impossível não se emocionar lá no topo.</p></div>
<p>A caminhada é puxada e é impossível não sentir os efeitos da altitude, parece que você não vai chegar nunca, mas quando chega vale o esforço. A paisagem nem é das mais lindas, mas a sensação de vitória é emocionante.</p>
<blockquote>
<p><strong>Dica:</strong> nosso guia disse que mascar as folhas de coca não funcionam para quem já não as masca regularmente, então, se você nunca mascou folha de coca, nem adianta mascar quando estiver subindo, você vai ficar mal do estômago e não vai resolver nada o problema da altitude, palavras do nosso guia.</p>
</blockquote>
<p><strong>O que levar: </strong>Jaqueta corta-vento, calçado resistente, uns 2 litros de água (que você vai consumir a maioria antes da subida), touca, luvas e óculos de sol.<br /><strong>Quanto custa:</strong> de 80.000 a 150.000 pesos chilenos. Algumas agências oferecem alguns equipamentos, algo a se considerar para ver se o preço vale a pena ou não.<br /><strong>Tempo de duração:</strong> 11 horas, o passeio começa por volta das 05:00 horas e termina por volta la pelas 16:00 horas.<br /><strong>O que eu achei:</strong> Inesquecível, é algo que estava na minha listinha de &#8220;100 coisas pra fazer antes de morrer&#8221;. Uma experiência difícil de descrever.</p>
<h3>7 &#8211; Geisers del Tatio</h3>
<p>Quem me acompanhou no stories durante a viagem viu que esse foi o lugar que eu senti mais frio (ta nos highlights do Instagram também), mas valeu muito a pena.</p>
<div id="attachment_6669" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6669" class="size-full wp-image-6669" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2019/05/atacama-geisers.jpg" alt="Atacama - Geisers del Tatio" width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-geisers.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-geisers-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-geisers-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-6669" class="wp-caption-text">Você consegue comparar o tamanho das pessoas perto da fumaça?</p></div>
<p>O parque dos Geisers del Tatio é o 3º maior parque geotérmico do mundo, perdendo só pros Estados Unidos e Rússia. O cenário, assim como praticamente todo o Atacama, é surreal. São colunas de fumaças com mais de 10 metros de altura formadas pela água fervendo que está embaixo da terra.</p>
<p>O passeio inclui também um banho em piscinas termais no meio dos geisers, uma parada no Rio Putana e um passeio rápido pelo Pueblo Machuca.</p>
<p><strong>O que levar: </strong>Jaqueta corta-vento, luvas, touca, óculo de sol e roupa de banho (para as piscinas termais)<br /><strong>Quanto custa:</strong> de 20.000 a 25.000 pesos chilenos mais taxa de 10.000 pesos para entrar no parque dos geisers.<br /><strong>Tempo de duração:</strong> 8 horas, o passeio começa por volta das 04:30 horas e termina por volta la pelas 12:00 horas.<br /><strong>O que eu achei:</strong> Muito bom, é o tipo de coisa que existe em pouquíssimos lugares no mundo e que proporciona uma experiência única.</p>
<h3>8- Passeio Astronômico</h3>
<p>Não sei se você já sabe mas o céu do Deserto do Atacama é considerado um dos mais estrelados do mundo. Por isso, a maioria das agências de turismo possuem o tal &#8220;passeio astronômico&#8221;.</p>
<div id="attachment_6656" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6656" class="size-full wp-image-6656" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2019/05/atacama-ceu.jpg" alt="Atacama - Tour Astronômico" width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-ceu.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-ceu-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-ceu-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-6656" class="wp-caption-text">Um pouco do que eu consegui capturar do céu do Atacama com a minha câmera.</p></div>
<p>Porém, é preciso pesquisar bastante para encontrar exatamente o que você está procurando. Tem agências que simplesmente te levam pra ver as estrelas, falam de forma superficial sobre astronomia e tiram algumas fotos. Já outras agências como a <strong><a href="https://www.spaceobs.com/en" target="_blank" rel="noopener noreferrer">SpaceObs</a></strong>, te dão uma aula de astronomia e contam com uma série de telescópios para que você possa ver em detalhes algumas partes do céu. Entretanto, essa empresa não oferece fotografias profissionais. Foi com eles que eu fiz o passeio.</p>
<div id="attachment_6655" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6655" class="size-full wp-image-6655" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2019/05/atacama-astronomico.jpg" alt="Atacama - telescópios da SpaceObs" width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-astronomico.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-astronomico-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2019/05/atacama-astronomico-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-6655" class="wp-caption-text">Eles possuem o maior telescópio particular da América Latina.</p></div>
<p>Há um outro passeio que precisa ser mencionado aqui, é a visita a maior rede de telescópios do mundo, o Observatório ALMA. Porém esse passeio não se encontra disponível em agências de viagem, a reserva deve ser feita com muita antecedência diretamente com a direção do observatório através do <strong><a href="https://www.almaobservatory.org/en/outreach/alma-observatory-public-visits/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site oficial</a></strong>.</p>
<p><strong>O que levar: </strong>Jaqueta corta-vento, luvas, touca. Se tem uma câmera boa, levar um tripé para fazer fotos de longa exposição também é importante.<br /><strong>Quanto custa:</strong> de 20.000 a 25.000 pesos chilenos.<br /><strong>Tempo de duração:</strong> 3 horas, como você deve imaginar o passeio é noturno. Os horários variam de agência pra agência.<br /><strong>O que eu achei:</strong> Incrível, mesmo que você não entenda muito de fotografia e não consiga registrar o que o seus olhos estão vendo, a lembrança daquele céu estrelado vai ficar pra sempre na sua memória.</p>
<h3>Quanto eu gastei nos passeios do Deserto do Atacama</h3>
<p>Eu optei por fechar todos os passeios na recepção do meu hostel, o Casa EcoExplor, que acabou fazendo bons descontos no pacote todo, ficando todos os 8 passeios por 215.000 pesos chilenos mais 35.500 pesos chilenos das taxas cobradas em alguns passeios, totalizando <strong>250.500 pesos chilenos</strong>, que na conversão da época ficou aproximadamente por <strong>R$1540,00.</strong></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Esse foram os 8 passeios que eu fiz quando fui ao Deserto do Atacama no Chile. Claro que existem vários outros passeios interessantes para fazer como as Termas de Puritama, Montanhas Arco-Íris, Piedras Rojas e muito mais, mas penso que estes só valem a pena caso você tenha tempo de sobra em São Pedro do Atacama.</p>
<p>É importante ressaltar também que apesar de eu ter comentado aqui o que levar em cada um dos passeios, água, óculos de sol, uma jaqueta corta vento e um calçado fechado e resistente são fundamentais em qualquer um dos passeios.</p>
<p>Abaixo estão alguns links para ajudar você no planejamento sa sua viagem. São todas empresas parcerias do blog e reservando através desses links você ajuda o blog a continuar vivo. E pode ficar tranquilo, você não vai pagar nada a mais por isso, eu garanto.</p>



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		<title>Clima em Marrakech, qual a melhor época para ir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Engel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2017 10:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Marrakech]]></category>
		<category><![CDATA[Marrocos]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[deserto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando pensamos no clima em Marrakech&#160;logo imaginamos aquele calor infernal, porém fiquei surpreso quando cheguei no começo de fevereiro em&#160;Marrakech&#160;e</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<style>.author p{padding: 0px; margin: 0px}</style>
<div style="background-color: #f3f3f3; text-align: center; padding: 5px 5px 0px 5px; margin: 5px 5px 0px 0px; float: left;"><script async="" src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js"></script><ins class="adsbygoogle" style="display: inline-block; width: 300px; height: 250px;" data-ad-client="ca-pub-9923624764682246" data-ad-slot="4056619613"></ins><br />
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<p>Quando pensamos no clima em Marrakech&nbsp;logo imaginamos aquele calor infernal, porém fiquei surpreso quando cheguei no começo de fevereiro em&nbsp;<a href="http://naplaca.com.br/naplacaold/locais/africa/marrakech">Marrakech</a>&nbsp;e precisei logo vestir uma jaqueta. Pois é, não encontrei aquele calorzão que eu imaginava, de qualquer forma, para quem estava em&nbsp;uma Irlanda que batia os 2ºC, o frio de Marrakech foi fácil de encarar.</p>
<p>As temperaturas lá ficam entre 10ºC e 15ºC no inverno e pode chegar a&nbsp;incríveis 50ºC no verão.</p>
<p><strong>Leia também:<br />
<a href="http://naplaca.com.br/naplacaold/2016/06/01/deserto-saara/"><i class="fa fa-arrow-right" aria-hidden="true"></i> Como viajar para o Deserto do Saara – O Guia Completo</a><br />
<a href="http://naplaca.com.br/naplacaold/2017/11/08/seguranca-em-marrakech/"><i class="fa fa-arrow-right" aria-hidden="true"></i> Segurança em Marrakech: Quais cuidados tomar</a></strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-839" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/01/MAR_mar_clima.jpg" alt="Clima em marrakech" width="900" height="250" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/01/MAR_mar_clima.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/01/MAR_mar_clima-300x83.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/01/MAR_mar_clima-768x213.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<h3>Quando ir para Marrakech</h3>
<p>Os melhores meses para visitar Marrakech são de Fevereiro a Abril, quando o inverno já acabou e o verão ainda não começou, a temperatura média fica por volta dos 20ºC. Uma outra opção é Novembro e Dezembro, quando o calor já se foi e o inverno está chegando.</p>
<p><a href="http://www.booking.com/searchresults.html?city=-38833&amp;aid=942875&amp;no_rooms=1&amp;group_adults=1" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><i class="fa fa-bed"></i> Encontre as melhores opções de hospedagem em Marrakech aqui</strong></a></p>
<p>A vantagem de optar por Fevereiro ou Dezembro, é que o volume do turistas não é tão grande, assim os passeios ficam menos movimentados e você pode aproveitar tudo&nbsp;com mais tranquilidade.</p>
<h3><strong>Clima em Marrakech agora:</strong></h3>
<p>[wcp_weather id=&#8221;wcp_openweather_5a04f9d7d2c99&#8243; city=&#8221;Marrakech&#8221; tempUnit=&#8221;c&#8221; windSpeedUnit=&#8221;kmh&#8221; pressureUnit=&#8221;atm&#8221; template=&#8221;default&#8221; showCurrentWeather=&#8221;on&#8221; showForecastWeather=&#8221;on&#8221; background_image=&#8221;848&#8243; text_color=&#8221;#FFFFFF&#8221; background_color=&#8221;#000000&#8243; background_opacity=&#8221;40&#8243;]</p>
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		<title>3 dias atravessando os Lençóis Maranhenses sozinho e sem guia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Colaborador naPlaca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2017 11:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[deserto]]></category>
		<category><![CDATA[lençóis maranhenses]]></category>
		<category><![CDATA[maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[sao luis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fala ae galera, tudo bem?? Hoje um dos nossos leitores irá compartilhar uma experiência incrível de auto-conhecimento, superação e coragem.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<style>.author p{padding: 0px; margin: 0px}</style>
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<p>Fala ae galera, tudo bem?? Hoje um dos nossos leitores irá compartilhar uma experiência incrível de auto-conhecimento, superação e coragem. O Vicente Holanda, natural de Mossoró &#8211; Rio Grande do Norte, após um mochilão pelo litoral nordeste do Brasil encarou a travessia dos Lençóis Maranhenses sozinho, sem guia e nem companheiro de viagem, confira !!</p>
<p><strong>Leia também: </strong><br />
<strong><a href="http://naplaca.com.br/naplacaold/2017/05/25/lencois-maranheneses-tudo-que-voce-precisa-saber-antes-de-ir/"><i class="fa fa-arrow-right"></i> Lençóis Maranheneses, tudo que você precisa saber antes de ir</a></strong><br />
<strong><a href="http://naplaca.com.br/naplacaold/2017/05/29/9-coisas-que-voce-precisa-fazer-em-sao-luis/"><i class="fa fa-arrow-right"></i> 9 dicas do que fazer em São Luis do Maranhão</a></strong></p>
<h3>Atravessando os Lençóis Maranhenses sozinho e sem guia</h3>
<p>Já estava na estrada há 4 meses fazendo um mochilão bem roots pelo litoral do Nordeste, começando no RN e partindo rumo à região norte do Brasil. Então, no dia 16 de setembro, coloquei na minha cabeça que eu teria que fazer a travessia do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses &#8220;sozinho&#8221; e sem guia.</p>
<div id="attachment_5276" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5276" class="size-full wp-image-5276" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois.jpg" alt="Vista aérea dos Lençóis Maranhenses" width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-5276" class="wp-caption-text">Vista aérea dos Lençóis Maranhenses</p></div>
<p>Tanto para mim quanto para as pessoas com quem eu conversava essa ideia parecia loucura, mas já era tarde demais, pois a ideia de atravessar os Lençóis Maranhenses sem guia já havia se fixado na minha cabeça.</p>
<p>Comecei a me preparar fisicamente, psicologicamente e estudei sobre o parque e suas particularidades, no dia 23 de setembro parti para essa expedição, sozinho, eu e mais ninguém.</p>
<h4>Dia 23/09/2017 &#8211; Os preparativos</h4>
<p>Fiz meditação na praia (uma coisa que nunca fiz e nem ao menos sabia como fazer), apenas me sentei na beira da praia sozinho e comecei a simular minha vida, meus sonhos, o que poderia acontecer comigo nessa aventura e como me sobressair de possíveis situações de risco criadas por meu subconsciente.</p>
<p>Fui até o mercadinho localizado em frente ao restaurante do seu Chico Jacinto no vilarejo do Atins-Barreirinhas/Maranhão, comprei 2 litros de água, laranjas, bananas, biscoito, algumas paçocas e balinhas de frutas para reserva de glicose.</p>
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</div>
<p>Às 20:00 hs, peguei uma carona com um amigo de quadriciclo até o restaurante da Luzia, no Canto dos Lençóis, que é parada obrigatória tanto para os que querem comer o famoso camarão na brasa temperado, como para mochileiros e aventureiros que utilizam suas instalações para dormir e comer antes da aventura. O preço é 35 reais por noite no redário (que à noite faz um frio tremendo), café da manhã com tapioca e café. Dormi por lá, onde fiz mais uma meditação de uns 15 minutos para tentar sentir todo o meu corpo, as energias de tudo que estava acontecendo e tranquilizar minha mente para o que viria acontecer.</p>
<p>Na minha mochila eu tinha: 1 celular, 1 carregador portátil, 1 faca de mesa comum, 1 tesoura, 1 repelente, 2 tensores para joelho e (ou) tornozelo da dorflex, spray para contusão dorflex, 1 bandana para protejer a boca e nariz da areia e do sol, 1 protetor solar, 1 câmera, acessórios da câmera, 1 carregador de celular, 2 litros de água, frutas e biscoitos.</p>
<h4>Dia 24/09/17- O Início</h4>
<p>Era 04:30 da manhã quando comecei minha caminhada saindo sozinho para aquele mar de dunas, onde muita natureza me esperava. Sai com o auxílio da lanterna do meu celular e também utilizei o Wikiloc para demarcar o caminho que iria percorrer. Como nunca tinha utilizado esses aplicativos, esqueci de baixar o mapa para usar o programa offline, mesmo assim deu tudo certo.</p>
<p>Percebi observado o local naquele momento, que por conta dos fortes ventos, as primeiras dunas do parque são muito fofas, já que a areia ali é mais recente, em alguns locais, a cada passo eu tinha areia até a canela , assim, decidi caminhar um bom pedaço pela praia até chegar na 1° barraca de pescador e adentrei no parque.</p>
<div id="attachment_5295" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5295" class="size-full wp-image-5295" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois2-3.jpg" alt="Aquele banho de água fria pra relaxar o corpo e a alma" width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois2-3.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois2-3-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois2-3-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-5295" class="wp-caption-text">Aquele banho de água fria pra relaxar o corpo e a alma</p></div>
<p>Nesse caminho fiz 3 paradas, a uma para comer e descansar meu corpo, e duas para um banho, para descansar o corpo e relaxar a mente.</p>
<p>Vale lembrar que, nessa época, muitas lagoas estão secas por conta da evaporação devido ao sol intenso, vento e ao soterramento da lagoa pela areia da duna, transformando tudo em um deserto sem fim.</p>
<p>Foram 07 horas até chegar no 1° Oásis chamado Baixa Grande, o cansaço já tomava conta de mim, pois errei em não ter me alongado no início da caminhada nem utilizar de bastões para ajudar na propulsão.</p>
<h4>O Oásis da Baixa Grande</h4>
<div id="attachment_5279" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5279" class="size-full wp-image-5279" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-4.jpg" alt="Oásis da Baixa grande - Lençóis Maranhenses" width="900" height="601" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-4.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-4-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-4-768x513.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-5279" class="wp-caption-text">Primeiro contato com o Oásis da Baixa grande</p></div>
<p>Ainda caminhei uns 30 minutos para chegar do ponto de início do Oásis, à casa dos anfitriões onde me hospedei na “Dona Loza e do seu Mano” uma família tradicional dos Lençóis com um carisma, hospitalidade e carinho que você não encontra em qualquer lugar.</p>
<p>Nessa casa, onde eles recebem os mochileiros e aventureiros, tentei me encaixar o máximo que pude no dia a dia da família, ajudando nas tarefas e conhecendo muito da história das gerações passadas, em busca de compreender melhor os seres humanos que ali habitam.</p>
<div id="attachment_5278" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5278" class="size-full wp-image-5278" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-5.jpg" alt="os amigos encontrados nos lençóis maranhenses" width="900" height="601" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-5.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-5-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-5-768x513.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-5278" class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Maciel, nora da Loza, Maria, Loza, Mano e eu.</p></div>
<p>Me banhei no rio negro, dei leite pra um filhote de cabrito recém resgatado das garras de um “Carcará” (uma espécie de gavião da fauna do local), coloquei milho pras cabras e assim foi meu 1º dia daquele intenso intercâmbio de conhecimento e cultura.</p>
<div id="attachment_5297" style="width: 4042px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5297" class="size-full wp-image-5297" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois2-2.jpg" alt="Mergulhando de cabeça na cultura local" width="4032" height="2688" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois2-2.jpg 4032w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois2-2-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois2-2-768x512.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois2-2-1024x683.jpg 1024w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois2-2-1200x800.jpg 1200w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois2-2-1620x1080.jpg 1620w" sizes="auto, (max-width: 4032px) 100vw, 4032px" /><p id="caption-attachment-5297" class="wp-caption-text">Mergulhando de cabeça na cultura local</p></div>
<p>“Não poderia deixar de fazer uma observação sobre qual alimentação foi servida naquele local: a anfitriã e suas filhas fizeram uma galinha caipira, um prato típico da região, o qual acho que babo toda vez que lembro daquela comida caseira suculenta”.</p>
<p>Então dormi cedo, também para acordar cedo no outro dia e seguir minha caminhada para o 2º Oásis.</p>
<h4>Dia 25/09/2017 &#8211; Vida no meio dos Lençóis</h4>
<p>Como já tinha conhecimento que a Queimada dos Britos ficava próximo da Baixa Grande, resolvi sair às 06:00, já que seria mais 1 hora e 30 de caminhada até chegar em meu próximo destino, assim aproveitaria melhor o local e escaparia do sol pesado do meio-dia. Me despedi da família dos “Manos” e segui a caminhada para a Queimada.</p>
<p>Meu corpo ainda apresentava sintomas de cansaço e enfado nos músculos da perna, os quais eram minhas maiores preocupações em não conseguir seguir com a expedição.</p>
<p>Após 02 horas de caminhada com o auxílio de bastões, cheguei na Queimada, onde tive a oportunidade de conhecer a escola local, uma pequena sala de aula improvisada no meio das palhas de umas das casas existentes naquele local. Nessa sala, o professor bem jovem ministrava aula para várias crianças de diferentes faixas etárias, mas o mais importante é que apesar das condições disso tudo, essas crianças estavam tendo a oportunidade de serem alfabetizadas.</p>
<div id="attachment_5280" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5280" class="size-full wp-image-5280" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-6.jpg" alt="escola no meio dos lençóis maranhenses" width="900" height="601" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-6.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-6-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-6-768x513.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-5280" class="wp-caption-text">Uma sala de aula improvisada no meio da Queimada dos Britos, outro Oásis dos Lençóis Mranhenses</p></div>
<p>Dando continuidade à minha caminhada, me direcionei até a casa do sr. Raimundo, um dos nativos mais conhecidos que dispõe de uma estrutura rústica para receber os turistas e aventureiros.</p>
<p>Nesse segundo dia, meu psicológico encontrava-se bem tranquilo, mas minhas pernas reclamavam muito, desconforto grande na região superior da coxa, nas laterais do joelho e tornozelos, assim utilizei meu tempo do dia inteiro para cuidar de minha saúde e das dores nas minhas pernas, então passei o dia inteiro deitado em uma das redes e conversando sobre a vida e a história daquele lugar junto ao sr. Raimundo.</p>
<h4>Pôr do sol no Oásis</h4>
<p>Contudo, não poderia deixar de admirar o pôr do sol de dentro daquele lugar fantástico, foi quando me levantei da rede e fui dar uma volta nas dunas próximas a casa do anfitrião, saindo através de uma estradinha estreita, caminhando no meio de um rebanho que continha aproximadamente 30 animais, dentre eles bodes, cabras e ovelhas. Fui tomando rumo, seguindo as pegadas que levavam a parte mais externa do oásis e onde tinha a duna mais alta de onde conseguiria ver melhor o pôr do sol.</p>
<p>Quando termino de subir a duna, avisto todo o oásis da Queimada dos Britos, e uma boa parte de outras casas que já estavam sendo soterradas pelas dunas, que os moradores das mesmas já teriam se mudado por conta disso. Nesse lugar a despedida do sol foi fantástica, avistando o rio negro, toda aquela mata nativa e vários animais se deslocando para o interior da mata, para se abrigar e posteriormente dormirem.</p>
<div id="attachment_5281" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5281" class="size-full wp-image-5281" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-7.jpg" alt="pôr do sol nos Lençóis Maranhenses" width="900" height="601" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-7.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-7-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-7-768x513.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-5281" class="wp-caption-text">Ver o pôr do sol num lugar tão incrível como esse é algo que nunca mais vou esquecer.</p></div>
<p>Depois desse show natural, voltei pra casa dos anfitriões onde joguei dominó com eles e fiquei surpreso com a habilidade da neta do seu Raimundo, a pequena Lorrany de apenas 08 anos, ela realmente me deu uma surra no jogo de dominó, a garota parece que até sabia as pedras que eu ia jogar hehehe, ela tinha uma artimanhada contagem de pontos e pedras que era com uma rapidez fascinante e inexplicável para uma criança daquela idade.</p>
<p>Depois disso, sai correndo atrás dos porcos que entraram e estavam estragando a horta da família, dei leite pra uma cabrita novinha, enfim, um mergulho na cultura local.</p>
<div id="attachment_5282" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5282" class="size-full wp-image-5282" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-8.jpg" alt="amigos nos lençóis maranhenses" width="900" height="601" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-8.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-8-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-8-768x513.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-5282" class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Raimundo, &#8220;Mãe do Queimada&#8221;, Carlos Queimada e eu.</p></div>
<p>Era hora de seguir viagem, como tinham várias outras pessoas com seus respectivos guias espalhados pela Queimada, todos combinavam de sair às 04:00 da manhã, resolvi partir as 03:00 pois assim sairia uma hora na frente de todos, e não teria o risco de me encontrar com ninguém. Preparei minha mochila, reabasteci minhas garrafas com água de um filtro na casa, cortei um abacaxi, separei 04 bananas, bolacha cream cracker e uns pedaços de rapadura, deixei tudo pronto para minha partida, e assim me despedi de todos e fui dormir por volta das 20:30, colocando o despertador para alarmar as 02:30 hs.</p>
<h4>Dia 26/09/2017 &#8211; Um lugar só meu</h4>
<p>Acordo com aquele reggae tocando em alto e bom tom, era meu despertador me acordando para o último e mais puxado trajeto de trilha, foi quando me levantei joguei uma água no rosto, vesti minha roupa, tomei umas 05 xícaras de café preto e forte, junto com bolo e bolachas. Peguei meus bastões improvisados de galhos de cajueiro e às 03:00 hs da manhã comecei minha caminhada, claro sem esquecer de me alongar.</p>
<p>Ainda caminhei um bom tempo com a escuridão tomando conta de tudo, como tinha estudado um pouco sobre as estrelas e suas posições junto aos pontos cardeais conseguia tomar o rumo certo em direção a Santo Amaro, bem ao horizonte dava pra enxergar as luzes da cidade onde seria meu ponto de chegada finalizando um trekking de 03 dias.</p>
<div id="attachment_5283" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5283" class="size-full wp-image-5283" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-9.jpg" alt="amanhecer nos Lençóis Maranhenses" width="900" height="601" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-9.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-9-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-9-768x513.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-5283" class="wp-caption-text">Muitos assistem o pôr do sol nos Lençóis, mas poucos tem a chance de ver o amanhecer.</p></div>
<p>Peguei o amanhecer já bem no meio das dunas, onde já não conseguia mais avistar o Oásis da Queimada, e fui continuando meu caminho. Pode até parecer coisa de louco, mas parando num breve descanso, me deparei com aquele ambiente inóspito, totalmente deserto, só eu e todo aquele amontoado de areia, lagoas, alguns pássaros, e me senti realmente no jardim do Édem. Foi quando tirei toda minha roupa e segui a caminhada pelado, e falo bem do fundo do meu coração, eu senti uma energia muito doida que me ligava diretamente à natureza, ao ambiente, era como eu fosse dali, a minha energia sintonizava com a mesma vibração natural do lugar e foi um sentimento extremo que eu nunca tinha sentido antes.</p>
<h4>Eu estava em casa</h4>
<div id="attachment_5284" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5284" class="size-full wp-image-5284" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-10.jpg" alt="Lençóis Maranhenses sozinho" width="900" height="601" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-10.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-10-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-10-768x513.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-5284" class="wp-caption-text">Me sentindo no jardim do Édem</p></div>
<p>A todo instante eu me questionava sobre minha existência, sobre minha vida, sobre meus atos, sobre meus planos e esses momentos de “solidão” me servirão muito para o amadurecimento pessoal e como me tornar um ser humano melhor.</p>
<p>Esse terceiro e último dia foi incrível, pois eu não tinha pressa de chegar no meu ponto final, aproveitei o máximo do lugar, as lagoas mais lindas e eu me banhava em todas elas, é como se todo aquele paraíso tivesse sido deixado só pra mim, pra aproveitar da maneira que eu quisesse, e foi exatamente isso que eu fiz. Corria, gritava, dava gargalhada, conversava comigo mesmo numa sintonia magnífica, nunca imaginei que poderia estar vivendo aquilo tudo.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fui caminhando, encontrei várias espécies de pássaros nativos da região, vi ninhos, um bando de pássaros me colocaram pra correr por ter passado próximo a seus ninhos (tentaram me dar um banho de fezes rsrsrs), encontrei caranguejo endêmico bem no meio do Parque Nacional, e aprendi muito nesse trajeto.</p>
<div id="attachment_5296" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5296" class="size-full wp-image-5296" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois2-4.jpg" alt="É incrível como o contato com qualquer forma de vida é mais profundo nessas situações." width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois2-4.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois2-4-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois2-4-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-5296" class="wp-caption-text">É incrível como o contato com qualquer forma de vida é mais profundo nessas situações.</p></div>
<p>Mais ou menos umas 09:00 hs, o sol já tinha esquentado o bastante, foi quando vesti minhas roupas, passei um pouco de protetor solar e continuei minha caminhada. O corpo já começava a apresentar cansaço e uma vez ou outra eu aumentava ou diminuía o ritmo da caminhada, para preservar ao máximo minhas energias.</p>
<p>Tinha momentos que sentia uma força grande emanando do meio onde eu estava que tipo me chamando pra ficar ali pro resto da vida, não sei se foi delírio mental, mas que senti isso senti de verdade e não podia deixar passar em branco esse detalhe para vocês. Cada hora que se passava mais as dunas iam ficando quentes, mais as dunas ficavam com areia bem solta, dificultando a caminhada cada minuto que passava.</p>
<p>Quanto mais me aproximava de Santo Amaro mais o corpo cansava, e já por volta das 10:00, no topo de algumas dunas bem altas, eu tentava avistar vegetação, que significaria que eu estava bem próximo de acabar aquela expedição.</p>
<div id="attachment_5285" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5285" class="size-full wp-image-5285" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-11.jpg" alt="Lençóis Maranhenses sozinho" width="900" height="601" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-11.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-11-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-11-768x513.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-5285" class="wp-caption-text">É preciso estar preparado para aguentar o sol quente dos Lençóis Maranhenses.</p></div>
<p>Comecei a visualizar bem no horizonte o começo da mata e assim fiquei alegre pois sabia que estava no caminho certo, segui, segui e segui por mais um bom tempo, e me refrescando nas águas frias das lagoas, para que a perca de água fosse menor e o calor fosse amenizado no meu corpo.</p>
<h4>O fim da jornada</h4>
<p>Então quando foi exatamente 11:30 hs cheguei na penúltima duna do Parque Nacional já chegando a Santo Amaro e avistando já as torres de telefonia celular, consegui sinal e liguei para o meu pai avisando que estava tudo bem e que eu chegaria bem ao destino final.</p>
<p>Me acolhi um pouco na barraca de um pescador, ali a minha água já tinha acabado, então resolvi por em prática uma técnica tradicional, cavar um buraco a um metro da borda da lagoa com mais ou menos uns 15cm de profundidade e dali brotava água natural, transparente e livre de impurezas e então matei minha sede. Aproveitei para dar mergulhos na água fria das últimas lagoas e segui em direção à cidade.</p>
<div id="attachment_5286" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5286" class="size-full wp-image-5286" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-12.jpg" alt="Lençóis Maranhenses sozinho" width="900" height="601" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-12.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-12-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-12-768x513.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-5286" class="wp-caption-text">Aquela última lagoa pra se despedir dos Lençóis Maranhenses.</p></div>
<p>Cheguei ao meu destino final com muito cansaço no corpo, os pés bastante doloridos, o músculo superior da coxa também doía muito, fora o cansaço mental também era enorme, mas com uma felicidade que não cabia no tamanho daquele parque de dunas, e por saber que eu tinha acabado de vencer um grande desafio pessoal e uma meta danada de boa em minha vida.</p>
<p>“O sofrimento é passageiro, desistir é para sempre”, foi essa a primeira frase que me veio a cabeça após concluir essa expedição, pelos momentos dolorosos que passei, pelos momentos de solidão com outras pessoas, eu tinha que terminar aquele desafio com garra e perseverança, pois poderia ser que eu jamais quisesse voltar para completar aquela travessia, que por sinal é de um nível muito alto e grau de dificuldade enorme.</p>
<h4>O maior presente que eu pude ganhar</h4>
<p>Essa expedição valeu muito a pena, e serviu para abrir meus olhos para outra dimensão do mundo, outra dimensão das classes sociais, dos impactos ambientais e uma coisa eu falo com a experiência de quem atraveçou os Lençóis Maranhenses sozinho, não é você que escolhe chegar ao final da travessia sozinho e tudo tranquilo, são Lençóis que escolhe você como mais um contemplado em realizar essa expedição.</p>
<div id="attachment_5287" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5287" class="size-full wp-image-5287" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-0.jpg" alt="Lençóis Maranhenses sozinho" width="900" height="600" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-0.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-0-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2017/10/csh-lencois-autor-0-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-5287" class="wp-caption-text">Num é que o aplicativo funcionou direitinho.</p></div>
<p>Eu não paguei 1 centavo nos oásis, pois os donos não me cobraram exatamente nada, o total de dinheiro gasto nessa viagem de 3 dias foi R$80,00 reais. O transporte de Santo Amaro/Barreirinhas custou R$50,00, O almoço em Santo Amaro R$20,00 e um lanche que fiz em Barreirinhas R$10,00.</p>
<p>Espero que tenham gostado de toda essa aventura, me chamo Vicente Holanda, tenho 25 anos e sou natural de Mossoró/RN, qualquer dúvida pode entrar em contato comigo através do perfil no instagram <a href="https://www.instagram.com/a_dois_passos"><i class="fa fa-instagram"></i> @a_dois_passos</a>.</p>
<p><a href="http://naplaca.com.br/naplacaold/destino/america-do-sul/lencois-maranhenses-brasil/"><br />
<i class="fa fa-map-signs fa-lg"></i> mais artigos sobre o MARANHÃO</a></p>
<p>*texto revisado por <strong>Diego Engel</strong></p>
<hr />
<p><strong><a title="undefined" href="http://naplaca.com.br/naplacaold/conte-sua-historia/" target="" rel="noopener">Conte sua história</a> também, essa foi contada pelo nosso amigo:</strong></p>
<div id="ts-fab-bio-below2" class="ts-fab-tab author" style="border: 2px solid #f3f0f0; display: block;">
<div class="ts-fab-avatar"><img loading="lazy" decoding="async" class="avatar avatar-80 photo" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2017/10/perfil-vicente-holanda.jpg" alt="Vicente Holanda" width="80" height="80" /></div>
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<h4>Vicente Holanda <i class="fa fa-instagram"></i></h4>
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<div class="ts-fab-content">Direto de Mossoró/RN para o mundo. Sou apaixonado por esportes radicais, pratico rapel, parapente, kitesurf e sempre estou pronto para uma nova aventura.</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://naplaca.com.br/america-do-sul/brasil/maranhao/3-dias-atravessando-os-lencois-maranhenes-sozinho-e-sem-guia/">3 dias atravessando os Lençóis Maranhenses sozinho e sem guia</a> apareceu primeiro em <a href="https://naplaca.com.br">naPlaca</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como viajar para o Deserto do Saara &#8211; O Guia Completo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Engel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2016 22:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marrakech]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não há pessoa no mundo (que prestou atenção nas aulas de geografia) que já não tenha ouvido falar do maior</p>
<p>O post <a href="https://naplaca.com.br/africa/marrocos/marrakech/deserto-saara/">Como viajar para o Deserto do Saara &#8211; O Guia Completo</a> apareceu primeiro em <a href="https://naplaca.com.br">naPlaca</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<style>.author p{padding: 0px; margin: 0px}</style>
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<p>Não há pessoa no mundo (<em>que prestou atenção nas aulas de geografia</em>) que já não tenha ouvido falar do maior deserto do mundo, o Deserto do Saara. Eu sempre gostei de geografia e o Deserto do Saara era um assunto que eu sempre me interessava bastante, porém, eu nunca imaginei que em algum momento da minha vida eu iria andar em cima de um camelo com aquelas imensas dunas de areia que se perdem no horizonte como plano de fundo. Mas isso aconteceu, foi mais fácil do que eu imaginava e agora vou contar tudinho sobre essa experiência fantástica para vocês.</p>
<h4>Planejamento</h4>
<p>Eu fazia intercâmbio em <a href="http://naplaca.com.br/naplacaold/locais/europa/dublin">Dublin</a>, e durante um bate papo com os amigos a ideia de visitar o Marrocos apareceu. Começamos a pesquisar passagens aéreas e encontramos ótimos preços saindo de Dublin com destino a <a href="http://naplaca.com.br/naplacaold/locais/africa/marrakech">Marrakech </a>(<em>€90 ida e volta</em>), então, compramos nossas passagens. Definido o período que passaríamos no Marrocos (<em>uma semana</em>) começamos a buscar um lugar para hospedagem e encontramos o <a href="http://www.booking.com/hotel/ma/hostel-riad-marrakech-rouge.html?aid=942875" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Hostel Riad Marrakech Rouge</a> que tem um preço ótimo (<em>€11 a diária</em>), é muito bem avaliado pelos visitantes e que fica localizado dentro da medina (<em>partes antigas das cidades árabes que ficam dentro de muralhas</em>). Em seguida começamos a procurar o tour para o deserto e aqui cabe uma <b>dica importante.</b></p>
<blockquote><p>Existem duas opções de passeios, Zagora tem dunas pequenas e bem sem graça, já o passeio para Merzouga te faz sentir de fato que está no Saara, dunas gigantes e mais dunas gigantes que se perdem no horizonte.</p></blockquote>
<h4>Comprando o passeio para o Saara</h4>
<p>Encontramos diversos sites de companhias que fazem o passeio ao Merzouga, mas optamos por comprar o pacote pessoalmente, primeiro porque achamos que seria mais seguro e segundo por que poderíamos negociar o preço, já que pechinchar faz parte da cultura local. No final das contas acabamos fechando o passeio com o pessoal do <a href="http://www.booking.com/hotel/ma/hostel-riad-marrakech-rouge.html?aid=942875" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Hostel Riad Marrakech Rouge</a> por €75 (<em>o preço real é €85, pechinchar é fundamental por lá</em>).</p>
<div id="attachment_2022" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2022" class="size-full wp-image-2022" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_hotesl.jpg" alt="Hostel Riad Marrakech Rouge" width="900" height="675" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_hotesl.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_hotesl-300x225.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_hotesl-768x576.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_hotesl-800x600.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2022" class="wp-caption-text">O Hostel Riad Marrakech Rouge tem o melhor staff que eu já conheci em um hostel.</p></div>
<p>Foram 3 dias e 2 noites onde estavam inclusos o transporte durante todos os dias, hospedagem, café da manhã, jantar e passeio de camelo pelas dunas do Saara. A viagem atravessa o Marrocos (são quase 700 Km de estrada) chegando muito próximo da fronteira com a Argélia, porém, no primeiro e segundo dia, várias paradas em pontos turísticos são feitas tornando a viagem menos cansativa.</p>
<h4>1º dia &#8211; Marrakech / Cordilheira Atlas / Ait Ben Haddou / Ouarzazate</h4>
<p>Acordamos bem cedo para aproveitar o café da manhã do hostel e antes que terminássemos o motorista que iria nos levar até o ponto de encontro já estava nos esperando, por isso saímos em direção a van ainda comendo o último pedaço de bolo do café. Chegamos no ponto de encontro e lá pegamos outra van, maior e mais confortável, que nos levaria até o Deserto do Saara e nos traria de volta para <a href="http://naplaca.com.br/naplacaold/locais/africa/marrakech">Marrakech</a> são e salvos.</p>
<p>Dividimos o passeio com outras viajantes de várias nacionalidade, brasileiros, poloneses, japoneses e franceses, que nos ajudava a entender o que o motorista falava, já que apesar de não falar praticamente nada de inglês falam muito bem o francês.</p>
<p>Após alguns minutos dentro da van já começávamos a vislumbrar algumas montanhas cobertas por neve, algo que surpreendeu bastante já que quando pensamos em África pensamos em calor e deserto e não em neve. Fizemos uma parada em um café que estava no caminho e aproveitamos para admirar a bela paisagem do local e ter contato com um pouco de gelo acumulado na vegetação, resultado da gelada noite anterior. Após aproximadamente 2 horas estávamos a 2260 metros de altura, no topo da Cordilheira Atlas. A van para por cerca de 35 minutos para que os viajantes possam filmar, tirar fotos e admirar a bela paisagem do Atlas.</p>
<div id="attachment_2007" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2007" class="size-full wp-image-2007" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_1.jpg" alt="entrada do Atlas" width="900" height="675" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_1.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_1-300x225.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_1-768x576.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_1-800x600.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2007" class="wp-caption-text">Paisagem da primeira parada, no começo da subida para a Cordilheira Atlas o gelo começa a aparecer.</p></div>
<div id="attachment_2008" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2008" class="size-full wp-image-2008" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_2.jpg" alt="cordilheira Atlas" width="900" height="675" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_2.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_2-300x225.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_2-768x576.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_2-800x600.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2008" class="wp-caption-text">Vista do alto dos 2260 metros da Cordilheira Atlas.</p></div>
<p>Do alto do Atlas, é hora de descer em direção ao Ait Ben Haddou, patrimônio mundial da Unesco, um dos lugares mais famosos do Marrocos e favoritos dos diretores de Hollywood, pois é, os diretores adoram a local, que já serviu de set de filmagem para filmes, como &#8220;O Gladiador&#8221; (2000), &#8220;Príncipe da Persia&#8221; (2010), &#8220;A Múmia&#8221; (1999), entre outros, além de ser utilizado atualmente para episódios de &#8220;Game of Thrones&#8221; (2011- hoje). Um ponto interessante é que a cidade é tão bem preservada e bela que a série pouco teve de trabalhar em efeitos especiais para torná-la mais real para ao mundo de fantasia da série.</p>
<div id="attachment_2009" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2009" class="size-full wp-image-2009" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_got.jpg" alt="Ait Ben Haddou - Game of Thrones" width="900" height="547" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_got.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_got-300x182.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_got-768x467.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2009" class="wp-caption-text">O Ait Ben Haddou se tornou a cidade de Yunkai na série de TV Game of Thrones.</p></div>
<p>A van nos deixa em uma aldeia próxima ao Ait Ben Haddou, é necessário passar pela aldeia e atravessar o rio Ounila para chegar até a cidade fortificada, mas fique tranquilo pois sempre há um guia local simpático e que se vira muito bem no inglês aguardando e preparado para guiar e ajudar os viajantes no passeio pela cidade fortificada, que ainda abriga algumas famílias e também diversos pequenos comércios que vivem do turismo. O guia conta histórias e explica vários detalhes sobre a história do local e te deixa livre para explorar e admirar a vista do topo da cidade, onde está o túmulo de Ben Haddou.</p>
<div id="attachment_2010" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2010" class="size-full wp-image-2010" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_3.jpg" alt="post - Ait Ben Haddou" width="900" height="598" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_3.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_3-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_3-768x510.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2010" class="wp-caption-text">A vista que se tem do Ait Ben Haddou no início do passeio, antes de atravessar o rio Ounila.</p></div>
<div id="attachment_2011" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2011" class="size-full wp-image-2011" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/SAM_3822.jpg" alt="post - Ait Ben Haddou" width="900" height="636" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_3822.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_3822-300x212.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_3822-768x543.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2011" class="wp-caption-text">Entrando na cidade o contraste das construções com a vegetação enchem os olhos.</p></div>
<div id="attachment_2012" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2012" class="size-full wp-image-2012" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_4.jpg" alt="post - Ait Ben Haddou" width="900" height="630" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_4.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_4-300x210.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_4-768x538.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2012" class="wp-caption-text">Do alto do Ait Ben Haddou é possível ver a cordilheira Atlas e pequenos vilarejos vizinhos.</p></div>
<p>Depois da visita ao Ait Ben Haddou a van segue para a cidade de Ouarzazate, conhecida como os Portões do Saara onde almoçamos num restaurante bem legal, super bonito e, como tudo no Marrocos, com preço bastante razoável. O restaurante possui pratos típicos mas também pratos comuns da cultura ocidental, como o bife à parmigiana com fritas por exemplo. Com a barriga cheia, é hora de partir para a primeira noite no passeio, uma pousada na estrada que leva para a cidade de Dades.</p>
<div id="attachment_2013" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2013" class="size-full wp-image-2013" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_5.jpg" alt="restaurante de Ourzazate" width="900" height="675" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_5.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_5-300x225.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_5-768x576.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_5-800x600.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2013" class="wp-caption-text">Parada para o almoço em Ourzazate, restaurante bonito e com boa comida.</p></div>
<p>Nesse ponto da viagem aconteceu algo bastante curioso e até assustador,  no meio da estrada um cara que parecia estar muito puto da vida, segurando um galho imenso nas mãos entra na frente da nossa van e começa a ameaçar o motorista, após alguns minutos de discussão o louco da estrada começa a arremessar pedras na frente da van, até que uma acerta o para-brisa e trinca todo o vidro. Nessa hora o motorista desce da van e vai discutir com o cara, não me pergunte qual foi o motivo da confusão e o que eles estavam resolvendo, mas um outro cara que estava na estrada e que provavelmente teve problemas com o mesmo louco ajuda a resolver a situação e o louco vai embora carregando seu galho. Tudo acabou bem, seguimos viagem até nossa pousada e por lá ficamos.</p>
<p>Vale ressaltar que isso foi um fato isolado e que eu não conheço nenhuma outra pessoa que tenha vivenciado algo parecido. Em qualquer lugar do mundo imprevistos podem acontecer e na minha opinião, isso só enriquece a experiência.</p>
<div id="attachment_2014" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2014" class="size-full wp-image-2014" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/SAM_3893.jpg" alt="Van apedrejada" width="900" height="610" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_3893.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_3893-300x203.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_3893-768x521.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2014" class="wp-caption-text">O estrago que o louco fez quando jogou a pedra no vidro.</p></div>
<p>A pousada era bem organizada, limpa e confortável e depois de tomar um banho e arrumar as coisas, fomos aproveitar o jantar típico (incluído no valor do passeio) onde foi servido uma salada como entrada, o típico tagine (legumes cozidos com frango ou cordeiro) como prato principal e uma sobremesa simples, tudo muito gostoso. Ao fim do jantar, um grupo de locais deram um show de música típica e naturalmente participamos da bagunça e até da música, foi uma noite muito divertida.</p>
<h4>2º dia &#8211; Oásis de Skoura / Dades Valley Todra Gorge / Deserto do Saara (Merzouga)</h4>
<p>Na manhã do dia seguinte, ao nascer do sol estávamos todos tomamos o café da manhã na pousada e voltando para estrada, foi tudo meio corrido pois tínhamos um compromisso que surgiu em função do incidente da estrada na noite anterior, fomos todos depor em uma delegacia sobre o ocorrido. Ficamos lá por umas duas horas, todos foram contar o que viram para um policial que dominava bem o inglês. Fomos muito bem tratados e liberados para retomar nossa expedição ao Deserto do Saara.</p>
<div id="attachment_2015" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2015" class="wp-image-2015 size-full" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_policia.jpg" alt="post_saara_policia" width="900" height="675" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_policia.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_policia-300x225.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_policia-768x576.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_policia-800x600.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2015" class="wp-caption-text">Tirando uma foto escondida enquanto esperávamos o interrogatório policial.</p></div>
<p>A próxima parada foi o Oásis de Skoura, uma região repleta de palmeiras e riachos que principalmente durante a primavera e o verão se torna um alívio refrescante no calor intenso da região. Assim como no dia anterior, a van nos deixa na cidade e somos guiados por um nativo que nos leva em uma caminhada tranquila através do oásis até a cidade de Skoura, onde somos recebidos na casa de um vendedor de tapetes que nos serve um autêntico chá marroquino e demonstra as centenas de tapetes produzidos por ele manualmente. Há tapetes para todos os gostos e bolsos, mas lembre-se negociar está na alma dos marroquinos, por isso, pechinche a vontade, você com certeza conseguirá baixar bastante o preço.</p>
<div id="attachment_2018" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2018" class="size-full wp-image-2018" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_oasis.jpg" alt="oasis de Skoura" width="900" height="597" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_oasis.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_oasis-300x200.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_oasis-768x509.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2018" class="wp-caption-text">O oásis nem sempre é assim, tudo depende da época do ano, de março até julho é a melhor época.</p></div>
<div id="attachment_2019" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2019" class="size-full wp-image-2019" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_tapete.jpg" alt="tapete Skoura" width="900" height="675" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_tapete.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_tapete-300x225.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_tapete-768x576.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/post_saara_tapete-800x600.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2019" class="wp-caption-text">Típico chá marroquino oferecido pelo vendedor de tapetes.</p></div>
<p>De volta a van, saímos de Skoura e paramos em um restaurante de beira de estrada, em seguida partimos com destino ao vale Todra Gorge na cidade de Dades, um riacho cercado por imensos paredões que começa no alto da cordilheira Atlas e segue até o Saara, muitos montanhistas praticam suas habilidades de escalada por ali. A visita não é muito longa, você fica livre para explorar a região por cerca de 40 minutos e então já deve voltar para a van e seguir viagem.</p>
<div id="attachment_2024" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2024" class="size-full wp-image-2024" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/SAM_3988.jpg" alt="Todra Gorge" width="900" height="675" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_3988.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_3988-300x225.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_3988-768x576.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_3988-800x600.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2024" class="wp-caption-text">Todra Gorge e seus imensos paredões, um paraíso para quem gosta de escalar.</p></div>
<p>Saindo de Dades, a parte mais esperada do passeio se aproxima, a chegada ao Deserto do Saara. São mais ou menos 3 horas até chegarmos a região de Merzouga que é facilmente identificada pela paisagem árida e pelas dunas gigantes que já aparecem no horizonte. A cidade é pequena e parece ter mais estábulos do que casas. Quando a van finalmente chega no estábulo onde estão nossos camelos não há muito tempo para ficar explorando o local (e nem tem muito o que se explorar por ali mesmo), juntamente a outros viajantes somos organizados em pequenos grupos e levados ao camelos que irão nos transportar até o acampamento no meio do Deserto do Saara. Quando vemos, já estamos no meio do deserto, montados em nossos camelos numa expedição que dura aproximadamente uma hora e meia com destino ao mais famoso deserto do mundo, o Deserto do Saara.</p>
<div id="attachment_2026" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2026" class="size-full wp-image-2026" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4064.jpg" alt="deserto do Saara" width="900" height="675" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4064.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4064-300x225.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4064-768x576.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4064-800x600.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2026" class="wp-caption-text">Eu e meu amigo camelo sorrindo pra foto.</p></div>
<div id="attachment_2028" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2028" class="size-full wp-image-2028" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4035.jpg" alt="deserto do Saara" width="900" height="675" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4035.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4035-300x225.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4035-768x576.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4035-800x600.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2028" class="wp-caption-text">A clássica foto da sombra dos camelos.</p></div>
<div id="attachment_2027" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2027" class="size-full wp-image-2027" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4037.jpg" alt="deserto do Saara" width="900" height="606" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4037.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4037-300x202.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4037-768x517.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2027" class="wp-caption-text">A caminho do acampamento no meio do deserto do Saara.</p></div>
<p>Após alguns minutos o passeio é interrompido para que todos possam admirar o lindo pôr-do-sol em meio as dunas do deserto, todos dessem de seus camelos e caminham até o alto de uma duna para então curtir um momento único que ficará gravado eternamente na memória de quem faz essa expedição. Após um dos mais lindos pôr-do-sol que eu já presenciei, todos voltam aos seus camelos e seguimos para o acampamento, onde diversas cabanas serão nossos lares durante a fria noite do deserto.</p>
<div id="attachment_2029" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2029" class="size-full wp-image-2029" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/GOPR0747.jpg" alt="deserto do Saara" width="900" height="675" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/GOPR0747.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/GOPR0747-300x225.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/GOPR0747-768x576.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/GOPR0747-800x600.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2029" class="wp-caption-text">Selfie com os amigos para registrar o pôr-do-sol.</p></div>
<div id="attachment_2030" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2030" class="size-full wp-image-2030" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/GOPR0745.jpg" alt="deserto do Saara" width="900" height="675" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/GOPR0745.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/GOPR0745-300x225.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/GOPR0745-768x576.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/GOPR0745-800x600.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2030" class="wp-caption-text">Pôr-do-sol no deserto do Saara, uma paisagem para não esquecer nunca mais.</p></div>
<p>Nesse momento os guias tentam organizar as cabanas por grupos de amigos, mas eventualmente, pode ser que você divida a cabana com outras pessoas. A estrutura é bem simples e quase não há conforto. Dentro de cada cabana não há nada além de alguns colchonetes e cobertores, somos orientados a deixar nossos pertences na cabana e nos dirigirmos para a cabana principal, onde acontece o jantar (já incluído no pacote) que segue o padrão do jantar da noite anterior, uma entrada, um prato principal e uma sobremesa.</p>
<p>Após o jantar os guias fazem uma fogueira no meio do acampamento e começam a fazer um show de música e dança típica. Eu fiquei ali por alguns minutos mas logo saí do acampamento (a música é meio repetitiva) para explorar um pouco os arredores do acampamento. Era noite de lua cheia então não pude ver o famoso céu estrelado do Saara, entretanto, do alto de uma duna gigante que levei cerca de uma hora pra chegar no topo pude ver quilômetros e mais quilômetros de um deserto iluminado pela luz da lua, repleto de dunas que se perdiam no horizonte.</p>
<div id="attachment_2033" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2033" class="size-full wp-image-2033" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4098.jpg" alt="deserto do Saara" width="900" height="675" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4098.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4098-300x225.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4098-768x576.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4098-800x600.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2033" class="wp-caption-text">Noite no deserto regada a música e dança típica.</p></div>
<p>Depois de admirar a linda noite do Saara era hora de voltar para o acampamento e dormir, afinal, acordaríamos bem cedo na manhã seguinte para ver o nascer do sol no caminho de volta a cidade.</p>
<h4>3º dia &#8211; Deserto do Saara / Atlas Mountains / Marrakech</h4>
<p>Acordamos ainda no escuro, nos despedimos do acampamento, pegamos nossas coisas e voltamos aos camelos, logo os primeiros raios de sol começam a iluminar o céu e a noite começa a se transformar em dia, dessa vez não descemos do camelo, admiramos um dos mais belos shows da natureza em cima de nossos amigos camelos que parecem não sentir a caminhada que faz parte da rotina deles.</p>
<div id="attachment_2032" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2032" class="size-full wp-image-2032" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4110.jpg" alt="deserto do Saara" width="900" height="675" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4110.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4110-300x225.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4110-768x576.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4110-800x600.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2032" class="wp-caption-text">Camelos ao amanhecer</p></div>
<div id="attachment_2031" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2031" class="size-full wp-image-2031" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4133.jpg" alt="deserto do Saara" width="900" height="675" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4133.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4133-300x225.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4133-768x576.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/05/SAM_4133-800x600.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2031" class="wp-caption-text">Nascer do sol no Saara de cima do camelo, voltando para o vilarejo de Merzouga.</p></div>
<p>Quando nos damos conta, já estamos de volta ao estábulo, nossa van está ali estacionada e um belo café da manhã nos espera em um salão, então comemos, voltamos para a van e começamos o último dia da expedição, um dia longo, são 8 horas dentro de uma van interrompidas apenas para um almoço na beira da estrada.</p>
<p>É tempo de lembrar de tudo que foi visto nos últimos dias e curtir pela janela da van, a paisagem fantástica e variada do Marrocos que passa pela cordilheira Atlas novamente, dessa vez no entardecer, um pouco antes de chegar em Marrakech.</p>
<div id="attachment_2034" style="width: 910px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2034" class="size-full wp-image-2034" src="http://naplaca.com.br/naplacaold/wp-content/uploads/2016/06/GOPR0603.jpg" alt="post Saara" width="900" height="675" srcset="https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/06/GOPR0603.jpg 900w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/06/GOPR0603-300x225.jpg 300w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/06/GOPR0603-768x576.jpg 768w, https://naplaca.com.br/wp-content/uploads/2016/06/GOPR0603-800x600.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /><p id="caption-attachment-2034" class="wp-caption-text">Hora de voltar e curtir a paisagem de dentro da van.</p></div>
<h4>Dicas</h4>
<ul>
<li>Procure levar o mínimo de bagagem possível;</li>
<li>Roupas leves são essenciais, mas leve roupas que protegem do frio, a noite do deserto é bem fria;</li>
<li>Curta a experiência, experimente a comida típica e os costumes locais;</li>
<li>Leve algum dinheiro trocado, os guias locais de cada atração vivem da gorjeta dos viajantes, então, se achar que o serviço foi legal, faça sua parte;</li>
<li>Se houver qualquer incômodo durante o passeio de camelo, avise o seu guia, os camelos são altos e uma queda pode machucar;</li>
<li>E principalmente, respeite e trate com carinho os camelos, por mais que eles não demonstrem um pouco de amor sempre faz bem.</li>
</ul>
<h4>Conclusão</h4>
<p>A expedição para o Deserto do Saara com certeza será uma das experiências mais incríveis da sua vida, o contato com um povo de cultura, aparência, culinária e condição social tão diferente nos faz rever nossos conceitos e abre a nossa mente para uma realidade que está longe do nosso dia-a-dia. Além disso, seus olhos serão contemplados com paisagens de tirar o fôlego e que nunca uma foto ou filme irá retratar 100% da beleza do local. Viajar ao Deserto do Saara é uma viagem sensorial, espiritual e inesquecível.</p>
<p>Ainda tem dúvidas?? Pergunte nos comentários que faremos o possível para ajudá-los.</p>
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